Categoria: Impotência

PROVA PRÁTICA: OS JULGAMENTOS DE IMPOTÊNCIA SEXUAL

PROVA PRÁTICA: OS JULGAMENTOS DE IMPOTÊNCIA SEXUAL

Falhar em cumprir a obrigação conjugal podia acabar diante de um juiz — que exigia testes práticos. E públicos
Quadro do século 16 “O casal desigual (velho apaixonado)”
Getty Images/ Lucas Cranach the Elder
Na Idade Média, a ordem do “crescei e multiplicai-vos” era coisa séria. Sexo, se fora do casamento era um pecado mortal, dentro era obrigação. O casal devia manter uma vida sexual ativa com o objetivo de se reproduzir. E, se o homem não tivesse um bom desempenho, a mulher tinha o direito de pedir o cancelamento da união.

O divórcio era motivo para a excomunhão da igreja. Então tinha que ser uma anulação, considerar o casamento inválido desde o começo. Essa era uma acusação séria que precisava ser julgada com todo o rigor.

No julgamento da impotência, marido e mulher respondiam perguntas sobre vários aspectos da vida conjugal, incluindo detalhes sobre preferências e posições sexuais. Testemunhas, como familiares e criados, eram chamadas para dar sua opinião sobre a relação do casal. A união seria anulada se o marido não demonstrasse interesse em fazer sexo com a esposa.

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Depois do interrogatório, o homem passava por um exame minucioso – cor, forma e tamanho do pênis eram analisados. Então, diante de um grupo formado por juízes, advogados, médicos, padres e parteiras, ele devia provar que era capaz de manter uma ereção e ejacular. Em alguns casos, o júri insistia que o teste não era o suficiente e pedia que o casal provasse, diante do mesmo grupo, que conseguia ter relações. O casal tinha a intimidade dissecada por estranhos, que julgavam, questionavam e riam de seus corpos e performances. Como era de se esperar, a pressão fazia com que muitos homens não passassem no teste.

Segundo o historiador Pierre Darmon, autor de Le tribunal de l’impuissance – virilité et défaillances conjugales dans l’Ancienne France (“O tribunal da impotência – virilidade e fracassos conjugais na Antiga França)”, o processo quase sempre começava com uma esposa infeliz. Como o julgamento por impotência era uma das poucas formas pelas quais as mulheres podiam conseguir o divórcio, muitas delas faziam a acusação para se livrar do marido, pelos mais diversos motivos. Contratar um advogado era caro, então a esposa precisava ter condições de arcar com os custos. Cerca de um quinto dos casais que passavam por julgamento eram membros da nobreza, que representava apenas 3% da população.

Esperando o Julgamento, por Abraham Solomon, 1859 Domínio Público
Os resultados dos testes não eram confiáveis. Em alguns casos, o marido não era impotente, só não tinha desejo pela esposa ou interesse em procriar. Em outros, o homem era estéril, não impotente, por isso a esposa não engravidava – ninguém sabia ao certo a diferença entre impotência e esterilidade. Mesmo assim, o julgamento acabava com a reputação do casal e espalhava fofocas pelas cidades.

Um dos casos mais conhecidos de julgamento por impotência é de René de Cordouan, conhecido como Marquês de Langey. Em 1653, aos 25 anos, ele se casou com uma garota de 14 anos. Depois de quatro anos de casamento, a garota o acusou de impotência.

Os exames mostraram que Langey era fisicamente capaz e que sua esposa não era mais virgem. Então, ela afirmou que o marido não tinha interesse sexual com o objetivo de procriar. Para provar mais uma vez que a esposa estava mentindo, Langey solicitou o teste final, em que o casal teria relações diante de cinco médicos, cinco cirurgiões e cinco parteiras. Diante de tanta pressão, perdeu a pressão. Falhou. O divórcio foi concedido, e o marquês foi obrigado a devolver o dote da esposa e proibido de se casar novamente. Mesmo assim, ele se casou, anos depois, e, sem se deixar afetar pelos boatos sobre sua reputação, deu à segunda esposa sete filhos.

Não era só impotência que podia encerrar um casamento. Leis impostas pela Igreja determinavam que um casal só podia se relacionar na posição “papai e mamãe”, vista como a única natural. Se o júri descobrisse que homem forçava a esposa em “posições libidinosas” por puro prazer, sem a intenção de procriar, podia conceder a anulação.

Estimulante sexual caseiro

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O suco de morango, assim como a tintura de espargo, e o refresco de guaraná concentrado são excelentes receitas naturais para melhorar o contato íntimo, fornecendo mais energia e apetite sexual.

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Estes remédios caseiros são um bom complemento do tratamento contra impotência sexual, que pode ser feito com remédios indicados pelo médico, mas para que tenham o efeito esperado deve-se consumir 1 destas receitas por dia, durante 3 semanas.

1. Suco de melancia com morango
Estimulante sexual caseiro
Um bom estimulante sexual caseiro é o suco de morango com melancia. As propriedades afrodisíacas dos morangos e da melancia se combinam nesta receita, resultando em um delicioso e natural estimulante sexual.

Ingredientes

350 g de melancia
150 g de morango
1 gota de pimenta malagueta (opcional)
Modo de preparo

Bater no liquidificador ou mixer a polpa da melancia e os morangos. Para os mais ousados pode-se adicionar uma gota de pimenta malagueta ao suco, conferindo-lhe um sabor ainda mais exótico, aumentando o seu potencial sexual.

Este suco deve ser feito com alguma regularidade para se verificar seus efeitos.

2. Tintura de espargo
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Um outro ótimo remédio caseiro afrodisíaco é tomar a tintura de aspargo porque ela melhora a circulação sanguínea e, consequentemente, o desempenho sexual. Para um melhor proveito das propriedades dos aspargos, pode-se preparar uma tintura da seguinte maneira:

Ingredientes

10 brotos novos de aspargos
500 ml de vodca ou de álcool de cereais
Modo de preparo
Pique os aspargos e coloque num recipiente de vidro com tampa, juntamente com 500 ml de vodca. Deixe descansar por 10 dias. Coe e tome 10 gotas deste preparo, diluídas num pouquinho de água, 3 vezes ao dia.

Uma outra forma de aproveitar as propriedades afrodisíacas do aspargo é tomar uma sopa de aspargos ou consumir aspargos cozidos, regados com azeite de forma regular.

3. Suco de morango com gengibre
Estimulante sexual caseiro
O suco de morango com laranja e gengibre também é uma ótima receita para manter a vida sexual ativa e mais saudável.

Ingredientes:

6 morangos
1 laranja
½ colher (de café) de gengibre em pó
1 pitada de noz-moscada ralada
3 nozes
Modo de preparo:

Adicionar todos os ingredientes no liquidificador e bater até o suco ficar homogêneo. Beba até 2 copos do suco de morango diariamente.

O morango, além de ser afrodisíaco e diminuir a probabilidade de problemas sexuais, é um importante antioxidante que protege o coração e previne contra o câncer.

4. Açaí com guaraná
Estimulante sexual caseiro
Esta receita além de ser um potente estimulante sexual ainda diminui o estresse e o cansaço melhorando a qualidade do contato íntimo.

Ingredientes:

50 ml de xarope de guaraná
100 g de polpa de açaí
200 ml de água
1 banana
2 colheres de granola
1 paçoca
Modo de preparo:

Bater no liquidificador o xarope de guaraná, açaí, água e a banana, e depois adicionar a granola e a paçoca. O suco é uma delícia, mas deve ser tomado com moderação. 1 copo por semana é suficiente para sentir os seus efeitos afrodisíacos e energéticos.